Equipa

Ana Borralho & João Galante

© Bruno Simão

Conheceram-se enquanto estudavam Artes Plásticas no AR.CO. Enquanto actores / co-criadores trabalharam regularmente com o grupo de teatro OLHO. Desde 2001 que trabalham em parceria, destacando as peças Mistermissmissmister (2002), sexyMF (2007), World of Interiors (2010) ou Atlas (2011).
Desenvolveram conjuntamente com Mónica Samões, o projecto No Jogo do Desejo ou O Choque Frontal (Workshop / atelier para público jovem – 2008), a realização do vídeo-documentário Eu Não Tu (2009) e o espectáculo infanto-juvenil A Linha ou O Deserto já não é uma casa vazia (2009).
Desde 2004 que os seus trabalhos são apresentados em festivais nacionais e internacionais em França, Espanha, Suíça, Escócia, Brasil, Emiratos Árabes Unidos, Itália, Alemanha, Áustria, República Checa, Eslováquia, Finlândia e Eslovénia.
São membros fundadores da banda de não-músicos Jimmie Durham e da Associação casaBranca. São responsáveis pela Direcção Artística do Festival de Artes Performativas – Verão Azul em Lagos, Portugal.


Mónica Samões

© JAPP

Estudou Línguas e Literaturas Modernas e fez o curso de formação de actores no T.E.U.C.
Frequentou ao longo dos anos diversos workshops de formação artística nas áreas de teatro, dança e voz e fez formação na área da pedagogia e educação pela arte.
Fez parte do Grupo de Teatro OLHO onde trabalhou durante 8 anos como intérprete e co-criadora sob direcção de João Garcia Miguel, assumindo também a direcção de produção do Festival X e das Organizações X.
Trabalhou também com Edgar Pêra, João Fiadeiro, Alberto Lopes, Ana Borralho & João Galante e Lúcia Sigalho.
Desenvolve trabalho pedagógico na área da expressão artística desde 2002, tendo vindo a realizar diversos projectos para crianças e jovens, explorando léxicos e suportes distintos.
É membro fundador e elemento da direcção da Associação casaBranca.
É responsável pela direcção artística do projecto GYMNASIUM – O Pensamento transformou o Infinito em Serpente e também dos ENCONTROS GYMNASIUM – Mostra de Artes para público jovem.


Marise Francisco

Interessa-se por produção, programação, criação e mediação cultural. Acredita em processos colaborativos e move-a a intenção de criar contextos de partilha, experimentação e escuta, onde artistas e públicos se cruzam e relacionam com o território. Gosta de viajar e de ir ao encontro do “Outro”, entendendo a viagem como um processo transformador, tal como na sua vida e prática profissional.
Licenciada em Comunicação Cultural e com pós-graduação em Inovação e Empreendedorismo, tem vindo a complementar o seu percurso com formação contínua na área do pensamento e da criação artística.
Com um percurso sólido na área cultural, desempenhou funções de programação, produção, comunicação e formação em contextos públicos e privados diversos.
Colaborou no Festival Todos – Caminhada de Culturas 2025 como programadora e produtora; foi Gestora de Projeto na Toyno – estúdio de design, responsável por projetos para o MAAT; integrou o Grupo de Projeto do Governo para a Jornada Mundial da Juventude 2023 como Gestora de Produção e assumiu a Direcção Executiva da Temporada Portugal-França 2022. Durante mais de uma década foi assessora para eventos e iniciativas culturais em espaço público num gabinete político do executivo da Câmara Municipal de Lisboa e, ao longo de sete anos, trabalhou no Serviço Educativo do Centro de Exposições do CCB, tendo assumido a coordenação do Serviço Educativo no último ano, bem como a coordenação do Serviço Educativo do Museu Coleção Berardo durante o seu primeiro ano.
Desenvolve ainda o projeto pessoal Not So Wiki Life, centrado em performance e storytelling.


Salomé Ventura

© casaBranca

É licenciada em Design de Equipamento pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o seu percurso na Fundação Calouste Gulbenkian onde integrou a equipa de exposições do Museu e do Programa de Cultura Contemporânea Próximo Futuro, destacando as exposições Pieter Hugo: This Must Be The Place, Artistas Comprometidos? Talvez e Meeting Point 1. Rembrandt / Paula Rego + Meeting Point 2. Fantin-Latour / Manuel Botelho. A partir de 2015 dedicou-se a uma prática independente enquanto produtora cultural e designer gráfica.
Entre 2022 e 2025 trabalhou no CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian no momento da reabertura, participando na produção das exposições Leonor Antunes. da desigualdade constante dos dias de leonor*, Julianknxx. Coro em Rememória de um Voo e Entre os Vossos Dentes. Paula Rego e Adriana Varejão, entre muitas outras.
Colaborou com a Lisbon Art Weekend, em 2025, na gestão e produção da 7ª edição do evento e atualmente é Produtora Executiva na casaBranca. Interessa-se por processos colaborativos, cruzamentos entre disciplinas e modos de produção cultural mais sustentáveis e acessíveis, que exploram a relação entre criação contemporânea, instituições e públicos.


Teresa Serra Nunes

Licenciou-se em Ciência Política na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e tem pós-graduação em Migrações. Devido ao seu envolvimento no sector cultural, acabou por se voltar para a área da produção. Fez o curso profissional de Produção de Eventos e Espectáculos na World Academy e é actualmente assistente administrativa nas associações culturais Alkantara e casaBranca. Também em funções administrativas já colaborou com a Associação Real Pelágio e com o Teatro do Vestido, onde fez apoio à gestão do financiamento EEA Grants com o projecto Particular Universal. Como assistente de produção, fez parte da equipa do Teatro Meridional entre 2021 e 2025, colaborando agora com a companhia enquanto designer. Paralelamente, trabalha desde 2020 como manager e agente de artistas de música e também como designer gráfica.


José Pelicano

© Mónica Samões

Estudou arquitetura e participou na organização dos Seminários de Arquitetura do CEAT, tendo trabalhado como assistente no escritório Macroplan. Coordenou e coeditou a publicação anual Arquitecturas na Raia. Desenvolveu cenografia e adereços para produções de teatro e dança, colaborando com vários artistas e estruturas artística ao longo dos anos.
Desde 2009, integra a casaBranca, onde trabalha em design gráfico e comunicação (incluindo websites e a identidade visual do Festival Verão Azul), bem como no desenvolvimento de projetos educativos. Em colaboração com Mónica Samões, co-criou vários projetos de investigação artística e mediação com crianças, incluindo Clube Redondo, Uma Cadeira na Montanha, Rádio.Lab VAIVEM e Playtime.


Clara Sampaio

© casaBranca

É artista, curadora e pesquisadora de arte. Doutora em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra (2022), Mestra em Artes (Universidade Federal do Espírito Santo, 2016) com pesquisa sobre os deslocamentos entre curadoria e prática artística e Bacharel em Arquitetura pela mesma Universidade (2011). Investiga questões sobre tradução, linguagem, prática artística e curatorial entrelaçadas a novas institucionalidades e processos colaborativos em arte.
Realizou a curadoria dos projetos CÁPSULA – curso extensivo em arte contemporânea (2017, com Gabriel Menotti); das exposições Tirante (com Felippe Moraes); Táticas de Graffiti e Não Graffiti de Renato Ren e O véu do Real de Re Henri (ambas na Galeria Homero Massena, Vitória, Brasil, 2017), Liames de Kyria Oliveira e Cristhina Bastos, (Galeria Casarão, Viana, 2016 e MARCO – Mato Grosso do Sul, 2017, Brasil), Estudos de Recepção – arte contemporânea em espaços domésticos (2015, também em parceria com Gabriel Menotti), Formas de Voltar para Casa com os artistas Polliana Dalla, Haroldo Saboia, Fernanda Porto e Thais Graciotti (Centro de Vitória, 2014, Brasil), entre outras. Atua na gestão e produção de projetos internacionais que aproximam a arte contemporânea dos campos da cultura e da educação.
É co-curadora do Festival Verão Azul juntamente com Ana Borralho & João Galante no biénio 26/27.