Só há uma vida e nela quero ter tempo para construir-me e destruir-me

De: Ana Borralho & João Galante
Estreia: Antiga Escola Gil Eanes (Lagos, Portugal / 2015)

Frente a frente com o seu público, um grupo de jovens propõe-se falar do que significa, ou do que pensam significar ser um “ser livre”.
Com um futuro que não promete mais o reconhecimento das velhas regras de um sistema social e político moribundo, defendem um futuro que pretendem reclamar na sua plena liberdade.

A partir do texto original de Pablo Fidalgo Lareo, estes jovens pretendem engolir o mundo, mastigar e regurgitar, para o devolver ao seu público mas este processo de regurgitação implica o desenvolvimento de um veneno, em forma de palavras, criado para se poder pensar o sistema entrópico onde estamos todos inseridos.


Conceito, Direcção Artística, Espaço e Desenho de Luz Ana Borralho & João Galante
Texto Original Pablo Fidalgo Lareo
Banda Sonora Original Coolgate, Pedro Augusto
Assistência de Ensaios Catarina Gonçalves
Colaborador Artistíco Tiago Gandra
Sonoplastia Pedro Augusto
Performers Grupo de adolescentes local
Direcção de Produção Mónica Samões
Produção Executiva Andrea Sozzi
Produção casaBranca
Co-produção Culturgest / Projecto Panos – Palcos Novos Palavras Novas (Texto Original / Original Text Pablo Fidalgo Lareo, Tradução / Translation Francisco Frazão)

Apoio Câmara Municipal de Lagos, Centro Cultural de Lagos, Espaço Jovem, TEL – Teatro Experimental de Lagos, LAC – Laboratório de Actividades Criativas (LAR Residência), Culturgest, Agrupamento de Escolas Gil Eanes – Escola Secundária Gil Eanes, Alkantara
Agradecimentos Ana Carla Gonçalves, Alunos da Escola Passos Manuel / Lisboa (Turmas 10ºE e 11ºE), Ana Albuquerque, Alunos da Escola Secundária Gil Eanes – Lagos, Nelda Magalhães, Sofia Vieira, Nuno Pereira, Jorge Pereira, Alexandre Barata, Maria Alcobia, José Pelicano e Pelicano